No Bisonte Lilás poderão encontrar conteúdo bastante diverso. Nessa diversidade poderão encontrar uma gargalhada rápida, ou uma reflexão mais séria... Tudo o que aqui constar será da minha autoria, sendo que, o que não for, estará devidamente referenciado. Se gostarem do que virem, partilhem com os vossos amigos, se não gostarem, partilhem também, por favor, quem sabe eles não gostarão. Divirtam-se :)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
domingo, 4 de dezembro de 2016
Até quando vamos carregar os fantasmas do Passado?
Até quando vamos carregar os fantasmas do Passado?
É esta a questão... até quando vamos deixar-nos acompanhar dos fantasmas do Passado e, quais as repercussões que isso pode ter na nossa vida?
Devo, contudo, fazer uma pequena ressalva, pois os fantasmas não têm necessariamente de ser todos maus – olhem o Casper, por exemplo ;) – mas, mesmo com esses, é preciso algum tacto para os deixarmos coexistir no mesmo plano que nós. Mas é, sem dúvida, dos não benignos, que urge libertarmo-nos.
A forma dos fantasmas não é fechada, pode manifestar-se na forma de um ente querido que partiu e que, por não conseguirmos fazer melhor, não ajudámos a fazer a viagem e tentámos mantê-lo junto de nós. Pode manifestar-se na forma de traumas antigos que não conseguimos ainda ultrapassar. Pode manifestar-se na forma da repetição de padrões que nos levam, exactamente, ao mesmo ponto que já levaram. Pode manifestar-se na forma da continuação da aceitação de comportamentos que, invariavelmente, resultam num baixar da nossa auto-estima. Pode manifestar-se na forma de ausência de responsabilização pelos nossos actos e consequente atribuição da culpa, a terceiros. Pode manifestar-se na forma em que deixamos que terceiros continuem a ditar as nossas vidas.
Seja na forma de leveza etérea ou de mais uma brutal cabeçada na parede, caso deles não nos libertemos, os fantasmas do passado terão um peso cada vez maior na nossa vida. E, de fantasmas do Passado, passarão a fantasmas do Presente e, muito provavelmente, a fantasmas do Futuro. E toda esta confusão de peso, forma e espaço temporal, faz com que, por vezes, sintamos que carregamos algo, mas que não conseguimos identificar na sua origem, no seu peso, nem tão pouco, desde quando o carregamos.
Então mas se não temos a certeza disso, como é que podemos saber se há, ou não, algo de que nos devemos libertar? É fácil... a vida encarregar-se-á de vos dar sinais disso mesmo.
Quem nunca ouviu um: Mas porque é que me está sempre a acontecer isto a mim?!
Bom, a experiência diz-me que é a vida a tentar ensinar-nos algo. Ainda assim, se não for tão claro e não tivermos tantas certezas, certamente teremos amigos e/ou familiares, que nos darão o toque. Mas lá está, há que estar atento aos sinais e perceber os recados. E, em relação a isto, têm de saber separar os recados que queriam ouvir, dos recados que deviam ouvir. É que os fantasmas maus têm essa força... não raras vezes, juntam-se e ganham dimensão, ao manifestar-se num conjunto de pessoas de quem não querem perder a confortável boleia. Se nos acercarmos das pessoas que nos dizem apenas o que queremos ouvir, estamos apenas a ceder ao capricho dos fantasmas maus. Contudo, estou convicto de que, se fecharmos os olhos, escutarmos o coração e nos lembrarmos dos conceitos de Bem e Mal no seu nível mais primário, saberemos onde estamos. O problema aqui é que pouca gente se disponibiliza a fazer tal reflexão, por conta da confortável ilusão.
Imaginem uma linha que dividisse as coisas ao meio, tipo linha do Equador. Acima dessa linha, encontra-se a libertação dos fantasmas do passado, abaixo da mesma, a prisão aos fantasmas do passado. E nós andamos, constantemente, em cima dessa linha, na expectativa de evoluir e ascender, sempre que um qualquer fantasma do passado queira atracar-se a nós.
Independentemente de nos caber apenas a nós a tarefa de nos equilibrarmos em cima dessa linha, convém que nos acerquemos de quem nos faz ascender, não afundar. Mais vale termos a coragem de pedirmos para nos puxarem para cima, do que deixarmo-nos afundar, por orgulho, ou porque achamos que não somos merecedores de melhor.
E para isso, há pessoas e terapias que estão sempre ao nosso dispor, assim a elas queiramos recorrer. Seja através de uma consulta com um psicólogo, ou através de uma regressão. Ou quem sabe, hipnoterapia, ou através da análise do nosso mapa astral ... Ou, porque não, através de uma simples conversa com uma pessoa num plano mais elevado, que até pode ser um amigo nosso, ou um familiar...
Ou seja, os fantasmas existem, sim, mas há por aí muito caça-fantasmas disposto a ajudar-nos, para que não tenhamos de enfrentar a luta, sozinhos. E sim, por vezes vai custar, mas acreditem, custará sempre mais a não libertação dos mesmos, pois vai funcionar como um rastilho que não apaga e que estará sempre presente no bolo de cada novo aniversário que completarmos.
Sei que estas linhas farão muito sentido para alguns, ao passo que, para outros, nem tanto... mas já terá valido a pena, se tiver feito TODO o sentido, para uma só pessoa.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
36 Outonos...
36 Outonos…
Pois é, a brincar a brincar, já lá vão 36 aninhos. E nestes 36 aninhos, muita coisa aconteceu.
A vida é feita de altos e baixos, mas o truque para a felicidade, a meu ver, está na forma como subimos e descemos a montanha. A nossa atitude perante as adversidades, frustrações, conquistas e superações, ditará, não só a forma como nos posicionamos neste Mundo, mas também como os outros nos vêem e sentem. Já vi muita vida facilitada, ser complicada aos olhos de quem a vive, assim como já vi muita vida difícil, facilitada por quem a vive. Não vou mentir, não é fácil oferecer sempre um sorriso, mas continuo a achar que sai sempre mais caro, comprar uma chateação.
O que levamos desta vida, são as marcas que as pessoas deixam em nós, e as que nelas deixamos. Eu não sou perfeito, certamente, e já terei deixado marcas de que não me orgulho e não são do meu agrado. No entanto, acreditem, a minha intenção sempre foi - e continuará a ser – a de deixar a melhor marca que puder, sendo sempre fiel às minhas crenças e princípios.
As relações humanas gozam, já de si, duma complexidade tremenda, mas por vezes, quem se relaciona com o outro, também não facilita.
A vida é para ser vivida com emoção. Com mais ou menos introversão, mas com alma. Não devemos apenas “passar pela vida”. E é nesse sentido que vos escrevo estas linhas, pois estou grato por ter nascido, estou grato por poder arriscar, estou grato por poder ouvir um não, quando na verdade queria ouvir um sim… a iniciativa é nossa, todos os dias, em todas as nossas acções. O nosso dia de aniversário deve ser um dia de celebração, pois lembra-nos que viemos ao Mundo sem nada, mas que foram as escolhas que fizemos, que nos trouxeram aqui, onde estamos hoje. Sim, há muito que não depende de nós. Sim, há muito que já está escrito… mas nós somos os verdadeiros responsáveis pelo nosso caminho, pelas nossas decisões.
E é nesse sentido de responsabilização pelas nossas acções, que eu vos digo:
- Arrisquem, se sentirem que devem arriscar.
- Não tenham medo de exprimir os vossos sentimentos, não há que ter vergonha daquilo que vos define.
- Peçam desculpa, se fizeram algo que magoou alguém.
- Acerquem-se de quem vos quer bem e faz questão de poder contar com a vossa presença.
- Tratem os outros com o mesmo respeito com que gostariam de ser tratados.
- Não percam tempo com situações e/ou relações que não vos servem, ou que já deram o que tinham a dar.
- Não perpetuem ódios, nem proliferem aquilo que não interessa ser proliferado.
- Não guardem os “ses” na cabeça, pois não há nada pior que cenários hipotéticos, por resolver, a ocupar a nossa cabeça. Todo o “se” tem de ter uma conclusão. IF => THEN
;)
Eu sou responsável pelo caminho que tracei e me levou ao sítio onde estou… e sou verdadeiramente grato por isso. E se há algo de que me orgulho, foi de nunca ter ficado com “ses” a poluírem-me a cabeça. Mesmo quando sabia que havia uma grande probabilidade de sair magoado de alguma situação, sempre dei o corpo às balas… pelo menos, naquilo que dependia de mim, a dúvida dissipava-se. Pior que um na dúvida, são dois ou três perdidos.
Todos nós passamos por momentos de sofrimento, mas não o encararmos, é uma perigosa falácia. Porque aí, por muito que tentemos entorpecê-lo, ele continua presente… e a ganhar contornos perigosos, pois pode facilmente entrar no domínio do subconsciente. E quando assim é, a maior parte das vezes, vamos começar a deparar-nos com comportamentos e reacções “inexplicáveis” da nossa parte.
Por isso, o meu conselho é: Tomem as rédeas e vivam, mas vivam de verdade… e a única maneira de o fazerem, é sendo verdadeiros para convosco. Não tenham medo de se magoar. Se tal acontecer, é porque faz parte do vosso caminho e desenvolvimento.
Eu permanecerei igual a mim mesmo, tentando deixar a minha marca em cada interacção com que me deparo, e continuando a acreditar que a qualidade das interacções não deve ser medida exclusivamente em unidades de tempo, pois tão ou mais importante, é a intensidade com que é vivida.
Obrigado a todos vocês, pelo carinho com que me presentearam no meu dia de aniversário. Acreditem que ajudaram, em conjunto com aqueles que nunca me falham, a torná-lo um dia bem cheio… cheio de pequenas grandes coisas que eu valorizo. Não tenham dúvidas, o conforto que vocês me transmitem, faz com que seja mais fácil levar a vida com a leveza com que considero que esta deve ser levada.
Muito obrigado.
Abraços e beijinhos do
Tiago aka Citro aka Bisonte Lilás
Pois é, a brincar a brincar, já lá vão 36 aninhos. E nestes 36 aninhos, muita coisa aconteceu.
A vida é feita de altos e baixos, mas o truque para a felicidade, a meu ver, está na forma como subimos e descemos a montanha. A nossa atitude perante as adversidades, frustrações, conquistas e superações, ditará, não só a forma como nos posicionamos neste Mundo, mas também como os outros nos vêem e sentem. Já vi muita vida facilitada, ser complicada aos olhos de quem a vive, assim como já vi muita vida difícil, facilitada por quem a vive. Não vou mentir, não é fácil oferecer sempre um sorriso, mas continuo a achar que sai sempre mais caro, comprar uma chateação.
O que levamos desta vida, são as marcas que as pessoas deixam em nós, e as que nelas deixamos. Eu não sou perfeito, certamente, e já terei deixado marcas de que não me orgulho e não são do meu agrado. No entanto, acreditem, a minha intenção sempre foi - e continuará a ser – a de deixar a melhor marca que puder, sendo sempre fiel às minhas crenças e princípios.
As relações humanas gozam, já de si, duma complexidade tremenda, mas por vezes, quem se relaciona com o outro, também não facilita.
A vida é para ser vivida com emoção. Com mais ou menos introversão, mas com alma. Não devemos apenas “passar pela vida”. E é nesse sentido que vos escrevo estas linhas, pois estou grato por ter nascido, estou grato por poder arriscar, estou grato por poder ouvir um não, quando na verdade queria ouvir um sim… a iniciativa é nossa, todos os dias, em todas as nossas acções. O nosso dia de aniversário deve ser um dia de celebração, pois lembra-nos que viemos ao Mundo sem nada, mas que foram as escolhas que fizemos, que nos trouxeram aqui, onde estamos hoje. Sim, há muito que não depende de nós. Sim, há muito que já está escrito… mas nós somos os verdadeiros responsáveis pelo nosso caminho, pelas nossas decisões.
E é nesse sentido de responsabilização pelas nossas acções, que eu vos digo:
- Arrisquem, se sentirem que devem arriscar.
- Não tenham medo de exprimir os vossos sentimentos, não há que ter vergonha daquilo que vos define.
- Peçam desculpa, se fizeram algo que magoou alguém.
- Acerquem-se de quem vos quer bem e faz questão de poder contar com a vossa presença.
- Tratem os outros com o mesmo respeito com que gostariam de ser tratados.
- Não percam tempo com situações e/ou relações que não vos servem, ou que já deram o que tinham a dar.
- Não perpetuem ódios, nem proliferem aquilo que não interessa ser proliferado.
- Não guardem os “ses” na cabeça, pois não há nada pior que cenários hipotéticos, por resolver, a ocupar a nossa cabeça. Todo o “se” tem de ter uma conclusão. IF => THEN
;)Eu sou responsável pelo caminho que tracei e me levou ao sítio onde estou… e sou verdadeiramente grato por isso. E se há algo de que me orgulho, foi de nunca ter ficado com “ses” a poluírem-me a cabeça. Mesmo quando sabia que havia uma grande probabilidade de sair magoado de alguma situação, sempre dei o corpo às balas… pelo menos, naquilo que dependia de mim, a dúvida dissipava-se. Pior que um na dúvida, são dois ou três perdidos.
Todos nós passamos por momentos de sofrimento, mas não o encararmos, é uma perigosa falácia. Porque aí, por muito que tentemos entorpecê-lo, ele continua presente… e a ganhar contornos perigosos, pois pode facilmente entrar no domínio do subconsciente. E quando assim é, a maior parte das vezes, vamos começar a deparar-nos com comportamentos e reacções “inexplicáveis” da nossa parte.
Por isso, o meu conselho é: Tomem as rédeas e vivam, mas vivam de verdade… e a única maneira de o fazerem, é sendo verdadeiros para convosco. Não tenham medo de se magoar. Se tal acontecer, é porque faz parte do vosso caminho e desenvolvimento.
Eu permanecerei igual a mim mesmo, tentando deixar a minha marca em cada interacção com que me deparo, e continuando a acreditar que a qualidade das interacções não deve ser medida exclusivamente em unidades de tempo, pois tão ou mais importante, é a intensidade com que é vivida.
Obrigado a todos vocês, pelo carinho com que me presentearam no meu dia de aniversário. Acreditem que ajudaram, em conjunto com aqueles que nunca me falham, a torná-lo um dia bem cheio… cheio de pequenas grandes coisas que eu valorizo. Não tenham dúvidas, o conforto que vocês me transmitem, faz com que seja mais fácil levar a vida com a leveza com que considero que esta deve ser levada.
Muito obrigado.
Abraços e beijinhos do
Tiago aka Citro aka Bisonte Lilás
sábado, 10 de setembro de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
sábado, 9 de julho de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
sexta-feira, 22 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Esquerda, o novo Papão em Portugal!
Pois é, venho falar-vos desta tal
de Esquerda, que parece que é o novo Papão na vida dos portugueses!
Não me queria alongar muito nas definições de esquerda e direita política, mas como é relevante para aquilo que vos vou escrever de seguida, deixo-vos aqui a ideologia base de cada uma, até porque creio que a maior parte das pessoas que se refere às mesmas, não sabe quais as diferenças básicas entre ambas:
“Direita política descreve uma visão ou posição específica que aceita a hierarquia social ou desigualdade social como inevitável, natural, normal, ou desejável.”
“No campo da política, política de esquerda descreve uma posição que apoia a igualdade social.[1] [2] [3] [4] Normalmente, envolve uma preocupação com os cidadãos que são considerados em desvantagem em relação aos outros e uma suposição de que há desigualdades injustificadas que devem ser reduzidas ou abolidas.”
Retirado daqui:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Esquerda_pol%C3%ADtica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Direita_pol%C3%ADtica
Em relação aos senhores que estiveram à frente do nosso governo nos últimos 4 anos, e que agora, pelos vistos, aos olhos de grande parte dos portugueses, já parecem políticos sérios, responsáveis por encarreirar Portugal e por um excelente trabalho, sem mácula, sem mentira, sem sacrifícios desnecessários e sem qualquer tipo de subserviência à vontade da União Europeia, deixo aqui estes vídeos, sem quaisquer tipos de manipulações, pois as palavras vieram directamente da boca dos intervenientes:
O melhor de Passos Coelho (não precisa de destaques, pois todo o vídeo é um destaque constante):
https://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec
E claro, não podia faltar o nosso querido Paulo Portas que, ao ver estes tesourinhos, deve ficar cheio de vontade de esconder-se num submarino:
https://www.youtube.com/watch?v=oYbvQMO7bC0
https://www.youtube.com/watch?v=HSxnefIEuyg
“Os partidos são uma maçada… ser militante de um partido é uma grande maçada”; “Os quadros dos partidos, normalmente, são muito muito medíocres, são pessoas muito medíocres que não têm mais nada que fazer na vida, ou que acham que aquela é a forma principal de subir na vida”;
“ – Não tens ambições políticas?
- Nenhumas… É uma coisa que eu decidi na minha cabeça, se há coisas definitivas na minha vida e na minha cabeça, uma delas é essa. Eu gosto imenso de política, mas nunca farei política.”
Há coisas que nunca mudam, tipo, são irrevogáveis, estão a ver?
“irrevogável | adj. 2 g.
Não me queria alongar muito nas definições de esquerda e direita política, mas como é relevante para aquilo que vos vou escrever de seguida, deixo-vos aqui a ideologia base de cada uma, até porque creio que a maior parte das pessoas que se refere às mesmas, não sabe quais as diferenças básicas entre ambas:
“Direita política descreve uma visão ou posição específica que aceita a hierarquia social ou desigualdade social como inevitável, natural, normal, ou desejável.”
“No campo da política, política de esquerda descreve uma posição que apoia a igualdade social.[1] [2] [3] [4] Normalmente, envolve uma preocupação com os cidadãos que são considerados em desvantagem em relação aos outros e uma suposição de que há desigualdades injustificadas que devem ser reduzidas ou abolidas.”
Retirado daqui:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Esquerda_pol%C3%ADtica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Direita_pol%C3%ADtica
Em relação aos senhores que estiveram à frente do nosso governo nos últimos 4 anos, e que agora, pelos vistos, aos olhos de grande parte dos portugueses, já parecem políticos sérios, responsáveis por encarreirar Portugal e por um excelente trabalho, sem mácula, sem mentira, sem sacrifícios desnecessários e sem qualquer tipo de subserviência à vontade da União Europeia, deixo aqui estes vídeos, sem quaisquer tipos de manipulações, pois as palavras vieram directamente da boca dos intervenientes:
O melhor de Passos Coelho (não precisa de destaques, pois todo o vídeo é um destaque constante):
https://www.youtube.com/watch?v=gNu5BBAdQec
E claro, não podia faltar o nosso querido Paulo Portas que, ao ver estes tesourinhos, deve ficar cheio de vontade de esconder-se num submarino:
https://www.youtube.com/watch?v=oYbvQMO7bC0
https://www.youtube.com/watch?v=HSxnefIEuyg
“Os partidos são uma maçada… ser militante de um partido é uma grande maçada”; “Os quadros dos partidos, normalmente, são muito muito medíocres, são pessoas muito medíocres que não têm mais nada que fazer na vida, ou que acham que aquela é a forma principal de subir na vida”;
“ – Não tens ambições políticas?
- Nenhumas… É uma coisa que eu decidi na minha cabeça, se há coisas definitivas na minha vida e na minha cabeça, uma delas é essa. Eu gosto imenso de política, mas nunca farei política.”
Há coisas que nunca mudam, tipo, são irrevogáveis, estão a ver?
“irrevogável | adj. 2 g.
ir·re·vo·gá·vel
(latim irrevocabilis exceptus quandu Paulo Portis dixit, -e)
(latim irrevocabilis exceptus quandu Paulo Portis dixit, -e)
adjetivo de dois gêneros
1. Que não se pode revogar.
2. Definitivo.
3. Que não torna atrás.
4. A não ser que seja o Paulinho das Feiras a proferir tal vocábulo.
"irrevogável", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/irrevog%C3%A1vel [consultado em 11-11-2015].”
"irrevogável", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/irrevog%C3%A1vel [consultado em 11-11-2015].”
Sobre o último governo, só me ocorre a seguinte força de expressão: Tinham como objectivo matar uma formiga (calma, PAN, é só uma força de expressão) e, para terem a certeza que o conseguiam fazer sem grandes exercícios mentais, acharam que a melhor forma de o fazer era com uma caçadeira de canos serrados. Algo descabido, exagerado, mas pronto, diziam que só assim é que a formiga ia à vida, e a malta lá foi aguentando. Mas… não é que, mesmo com a caçadeira, conseguiram falhar?!
Bom, apresentada que está esta direita, vamos lá então à escandaleira do momento…
Segurem-se… Sim, diz que é possível que venhamos a ter um governo de esquerda no poder!
Não posso… Aqueles gajos que defendem a igualdade social e não sei mais o quê?!
Eish, estamos tramados, ó sócios!
Ante esta possibilidade, ouvi/li algumas pérolas brilhantes…
“Deviam ter vergonha, perderam as eleições e agora fazem jogo sujo para ir para o governo…”
“O Costa devia demitir-se!”
“40 anos de democracia por água abaixo…”
“Isto foi um golpe de estado!”
Acho que, quem profere tais comentários, não entende bem o conceito de democracia, nem tão pouco, o simples respeitar da maioria. Eu vou explicar com laranjas…
Os portugueses votam para eleger deputados na assembleia. Cada deputado vale um voto, voto esse que serve para aprovar, ou reprovar, medidas parlamentares propostas em assembleia. Muito resumidamente, quem tiver mais votos, vê a dita proposta aprovada. Se houver uma maioria no poder, existe na mesma uma votação, mas acaba por ser apenas simbólica, uma vez que as medidas são sempre aprovadas, precisamente, por essa maioria – tal como o nome indica - dispor de mais de metade dos votos disponíveis na assembleia.
Número de deputados na assembleia: 230
Os 230 deputados foram então divididos da seguinte forma, após resultado das legislativas de 4 de Outubro de 2015:
Número de deputados eleitos pela coligação PSD/CDS: 102
Número de deputados eleitos pelo PS: 86
Número de deputados eleitos pelo Bloco de Esquerda: 19
Número de deputados eleitos pela CDU(PCP/PEV): 17
Número de deputados eleitos do PSD: 5
Número de deputados eleitos pelo PAN: 1
Número de deputados da coligação PSD/CDS + deputados PSD = 107
Ora, para se obter maioria, quando há 230 lugares disponíveis, temos de ter então, pelo menos: (230/2) + 1 = 116
107 AINDA é menor que 116.
Se o actual governo continuasse em funções, o que ia acontecer é que, mesmo sem acordo à esquerda, toda e qualquer medida que a coligação quisesse ver aprovada em assembleia, ia ser chumbada, pois a esquerda anda há 4 anos a dizer que não concorda com as políticas do actual governo, logo, não faria sentido aprová-las, indo contra os seus princípios e ideais, só para agradar à coligação. Em suma, não haveria condições de governação.
Mas deixem-me que vos diga que, ainda assim, após 4 anos de austeridade, mentiras, privatizações em saldos, resgates da banca, tentativas de implementação de medidas inconstitucionais, e de sermos uns bonitos cordeirinhos europeus, 107 votos é, no meu ver e, por si só, uma loucura… só justificada por uma qualquer realidade paralela à qual não tive acesso. É a tal realidade paralela onde o povo português foi responsável pela crise, pois viveu acima das suas possibilidades. Onde os bancos e as principais instituições financeiras nacionais e internacionais, nada contribuíram para isso. Onde os meios de comunicação são isentos, com comentadores igualmente imparciais e apartidários. Onde quase meio milhão de portugueses não foram obrigados a emigrar. Podia ainda alongar-me para outras manobras de diversão subtis, porém, com repercussões em cadeia brutais… mas já há aí material tão escandaloso, tão evidente, que acho que nem vale a pena embarcar em “teorias complexas”.
Graças a Deus, não tive de viver em ditadura, mas o mesmo já não posso dizer dos meus pais e avós. Falar em golpe de estado é, no mínimo, insultuoso para com aqueles que foram torturados e perseguidos para que, hoje, pudéssemos viver numa democracia. Onde o nosso voto… conta. É certo que, por vezes, não o vemos representado da maneira que gostaríamos, mas podemos exercer o direito de voto, isso é inegável. Infelizmente ainda há, nos dias de hoje, quem não o possa fazer.
Se António Costa não tem aceitado a vontade de tantos militantes e simpatizantes, certamente, teria sido criticado por virar as costas ao país, quando este precisava de uma alternativa viável, alternativa essa, que os portugueses não viam em António José Seguro. Sujeitou-se à vontade dos portugueses, e estes deram-lhe uma expressiva vitória de quase 68%. É acusado de jogo sujo. Enfim :)
Fez um excelente trabalho na Câmara de Lisboa, mas como altos valores se levantaram e teve de abandonar o seu mandato de presidente da câmara, para garantir uma alternativa viável ao país, acusaram-no de ser um homem sem palavra e de ter abandonado quem votou nele para presidente da câmara de Lisboa.
Falam também nas divergências que havia em tempo de campanha, entre o Bloco de Esquerda, o PS e a CDU, e que estas parecem ter desaparecido da noite para o dia, só pela sede de poder.
Como é lógico, não tendo concorrido coligados, por opção, cada um teria de puxar a brasa à sua sardinha. A fazer campanha, não faria sentido fazê-la por outro partido.
Mas por que não pensar antes que, em 40 anos de democracia, nunca se tinha assistido a uma negociação/diálogo tão séria entre partidos de esquerda, procurando valorizar os pontos convergentes, com cedências de parte-a-parte, em prol de uma política que rompa com a do actual governo, e que, finalmente, dê aos portugueses aquilo por que clamaram… mudança?
Como é lógico, as divergências entre as ideologias dos partidos irão continuar a existir (tal como existem entre o CDS e o PSD), e é saudável que assim seja, porém, tal como em qualquer relação que se quer levar a bom porto, tem de haver diálogo e compromisso, procurando reunir consensos, sempre que possível, sem que para isso seja necessário que alguém abdique da sua identidade e convicções.
Acredito que o sapinho que cada um deles terá de engolir de quando em vez, seja menos indigesto que um Coelho insosso no tacho.
Mas quem veja o corrupio que para aí anda, mais parece que os portugueses estão com medo que a Assembleia da República se transforme num qualquer palco do festival do Avante, onde Popota, recentemente eleita deputada pelo PAN, usará o seu tempo nas reuniões plenárias para cantar o “Avante, camarada!”.
Tenho ainda de dizer-vos que nunca havia visto tanta veia de professor Chibanga nos comentadores dos meios de comunicação. Já há certezas de que o governo à esquerda tem os dias contados, e consta que já há inclusive apostas sobre a duração do mesmo. Aliás, isto está de tal maneira, que a campanha anti-esquerda, por parte dos lobbies, nem é disfarçada. Como se costuma dizer, estão mesmo a meter a carne toda no assador!
Há ainda certezas, por parte de muitos portugueses, que este governo de esquerda não pode fazer coisas boas por Portugal. Engraçado… já eu tinha a certeza, suportadas por inúmeros factos e números, de que o actual governo é que, de facto, coisas boas não fez. Mas isto sou eu, que tenho a mania de suportar as minhas teses com factos e números. Sou-vos sincero, sobre cenários nunca antes vistos, prefiro não fazer futurologia e torcer pelo melhor. Sim, porque a realidade é essa, nunca houve nenhum governo de esquerda, constituído como este será. Logo, não há comparação possível com realidades anteriores, pois não há ainda qualquer registo da sua actuação. Trocado por miúdos, como dizia o outro: Não neguem à partida uma ciência que desconhecem... apesar de, estranhamente, já se terem acomodado ao cheiro a trampa daquela que conhecem.
Olhem, eu cá vou torcer por Portugal e por aqueles que o vão governar. Chamem-me maluco, mas eu acredito num Portugal mais virado para as pessoas, do que para os mercados internacionais. E sim, antes que digam que esses malucos da esquerda que defendem a igualdade social vivem uma utopia, estejam descansados que eles também sabem interpretar números. Aliás, estou convencido que o difícil será interpretá-los de maneira pior que o que fizeram os génios que lá estiveram.
Mas quem quiser continuar a enfiar a cabeça na areia, fazer campanha deprimente baseada no Best Seller “Quem tramou o Calimero?”, ou ainda a enviar petições para o Presidente da República não empossar o Governo de esquerda, está no seu direito… mas lembrem-se, os factos continuarão a ser os factos, independentemente da maneira que os pintem.
Mas acima de tudo, não se limitem a repetir o que dizem os comentadores, seja através de recados mais subtis, ou de mensagens bem directas. É que, para isso, temos os papagaios… Pensem, analisem, questionem-se... vejam se, de facto, faz sentido. Se, ainda assim, acharem que é merecedor de ser repetido, muito bem, mas pelo menos fizeram a introspecção que visa separar-nos dos papagaios.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Portugal à frente… Mas em quê, e de quem?
Portugal à frente… Mas em quê, e de quem?
Eu até podia dizer que o próprio nome da coligação era, por si só, uma piada de mau gosto, mas, a julgar pelo resultado das eleições, parece que o nome, afinal de contas, deve fazer sentido. Aliás, eu estou convencido de que há toda uma realidade paralela para a qual ainda não fui convidado, ou apresentado. Pessoal, agora a sério, se sabem de alguma coisa que eu não sei, digam-me… eu também sou filho de Deus! E sim, pode ser por mensagem privada, compreendo que os lugares sejam limitados.
Tenho por hábito escrever as coisas de maneira bastante simples e objectiva, para que o recado passe para o maior número possível de pessoas. Hoje, não é excepção. Ora, feita que está a nota introdutória, passemos então aos factos.
Portugal à frente? Vamos lá ver isso, então :)
Podem ver aqui o retrato de Portugal na Europa, com dados concretos:
http://www.pordata.pt/ebooks/PT_EU2014v201405271200/index.html#p=1
É fácil de consultar e está à disposição de todos.
Hummmm, mas isto se calhar há alguma liga da verdade da Europa (tipo como há no Futebol), a que só a coligação tem acesso. Provavelmente, foi também aí que o Pires de Lima retirou aquela ideia de que Portugal tem potencial para ser uma das 10 maiores economias mundiais. Se bem que, bem vistas as coisas, depois ele fundamentou-o, dizendo que, se Ronaldo pode ser o melhor do Mundo, tal como Mourinho, não havia razões para Portugal não sonhar com isso. Claro, faz sentido… e ainda se esqueceu do Ricardinho (melhor jogador do Mundo em Futsal), o que reforçaria ainda mais a sua “tese”.
Aliás, cada vez que eu vejo os tugas a darem tudo em mais uma tentativa de entrada para o Livro do Guinness, regozijo e entrego-me às evidências… somos um colosso prestes a rebentar!
E se pensam que eu estou a gozar, atentem nisto: A maior aula de judo do Mundo; O maior arroz de lapas do Mundo... E isto são só alguns dos nossos feitos que fazem o resto do Mundo roer-se de inveja
Pá, eu não sou nenhum Pires de Lima, mas só vos digo: Índia e Rússia, vocês ponham-se a pau, que nós estamos lançados!
Vamos agora a algumas curiosidades.
12 de Setembro de 2012 - Cerca de um milhão de pessoas saiu à rua, por todo o país, manifestando o seu desagrado com a actual governação. Foi a maior manifestação desde o 1º de Maio de 1974.
Nessa altura, as sondagens mostravam a seguinte percentagem de intenção de voto:
PSD+CDS – 33% (O PSD tinha perdido 12% de intenção de voto e o CDS tinha subido 1% face a Junho do mesmo ano)
PS – 31% (Perdeu dois pontos face a Junho do mesmo ano)
CDU – 13% (Subiu 4% face a Junho do mesmo ano)
BE – 11% (Subiu 2% face a Junho do mesmo ano)
4 de Outubro de 2015 - Dos 9.682.369 portugueses inscritos para votar, 43.07% não foram às urnas. Ou seja, cerca de quatro milhões cento e setenta mil pessoas não acharam relevante votar. A coligação PSD/CDS arrecadou cerca de 2 milhões de votos.
Resultado das eleições legislativas de 4 de Outubro de 2015:
PSD+CDS – 36.8%
PS – 32.4%
CDU – 8.3%
BE – 10%
Sim, já sei que intenção de voto não é a mesma coisa que voto, mas, para termo de comparação, serve.
Ou seja, face a 2012, o PS subiu 1.4%, o BE desceu 1%, a CDU desceu 4.7% e o PSD+CDS, para brindar o bom trabalho, subiu 3.8%.
Ora, isto leva-me a crer que, afinal, isto não está mau, algo de bom aconteceu nestes 3 anos… só pode! Pois, independentemente, da maneira que queiram pintar, a realidade é só uma, para cerca de 6.200.000 portugueses, isto está bom e o governo tem feito um bom trabalho que merece continuidade. Sim, leram bem, são cerca de seis milhões e duzentos mil portugueses, somando a abstenção e os que votaram na coligação que nos (des)governou nos últimos 4 anos.
Posto isto, resta-me afirmar que os portugueses têm, de facto, aquilo que merecem.
Isto faz-me lembrar aqueles casamentos em que, no princípio da relação, se fazem juras de amor eterno e promessas de todo o tipo… depois, ao fim de alguns meses, começam a surgir alguns desacatos, as primeiras falhas com o prometido. Passado mais algum tempo, começam as agressões. A mulher, revoltada, conta às amigas e amigos, que a aconselham a afastar-se… e ela parece decidida a fazê-lo. Mas depois, vêm novas promessas e ela decide dar mais uma chance… até ao próximo gancho de esquerda. Novo desalento, novo desabafo com as amigas, conselhos renovados e… desta é que é! E foi… até à cabeçada à Cais-do-Sodré que lhe partiu o pivô. Amigos e amigas dizem que ela precisa de ajuda, de acompanhamento de um especialista, que não está a conseguir pensar e agir bem. A mulher responde, dizendo que os amigos e amigas não a entendem e não estão a querer o bem dela, pois nem tudo é mau na relação. Ele ama-a, apenas tem uma maneira estranha de o demonstrar… e no fundo, bem vistas as coisas, ela sabe que é ela que tem de mudar, que é ela que tem de fazer cedências para que a harmonia do casal seja reposta. Inclusive, as coisas agora estão melhores, pois ela passou a usar Corega fixação extra forte e, a tendinite com que o marido está, segundo a mesma, faz que com que ele agora pareça uma menina a bater.
A meio dos 2 mandatos, peço desculpa, aos 6 anos de casamento, finalmente divorcia-se… o que terá sido a gota final? Ah, já sei, foi a de ácido, que este lhe despejou na cara.
Ah, e no meio disto tudo, quase que me esquecia de dar os parabéns a todos os partidos de esquerda que fizeram campanha contra o PS. Juro que, quem ouvisse o discurso destes no período de campanha eleitoral, ficaria com a impressão de que era o PS que estava no governo… qual papão, qual quê! Enfim, espero que tenham conseguido atingir os objectivos a que se propuseram: Roubar votos ao PS e entregá-los à coligação. Afinal de contas, os fins justificam os meios e se formos a ver, mesmo na condução, há aí tanta gente a confundir a direita com a esquerda ;)
E termino, dirigindo uma mensagem especial aos mais de 6 milhões de portugueses que contribuíram para o cenário em que nos encontramos, pois é importantíssimo que eles ganhem essa consciência: A partir de hoje, NÃO SE ESQUEÇAM que vocês tiveram parte activa e são responsáveis pelo que acontecer. Não se venham depois desresponsabilizar, ou queixar, à primeira oportunidade que tiverem.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
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