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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ASAE fecha ZON Videoclube após este ter disponibilizado “Morangos com Açúcar - O Filme”


ASAE adverte que Morangos com Açúcar já são suficientemente maus quando ingeridos em pequenas doses, quanto mais assim. Registaram-se, após a ingestão
 de perto de 100 minutos de Morangos com Açúcar, várias intoxicações alimentares e diarreias mentais por parte das vítimas.
Tudo foi posto em causa, desde a “frescura” dos Morangos aos índices de açúcar, não sem antes passar pelo escrutínio da “receita”.
ASAE, sempre a pensar no bem do consumidor.


Pink Floyd solidários com Portugal, lançam novo single

Depois das declarações de hoje do nosso primeiro ministro, os Pink Floyd não queriam acreditar naquilo que ouviram. Ficaram tão atónitos que se prontificaram a lançar um novo single, baseado no famoso "Another brick on the wall". O novo single chama-se "Another prick on the wall" e já tivemos acesso à capa e à letra:




You are our biggest frustration
A sad day for birth control
Full of sarcasm from dawn to noon
Preachers just left us the bone
Hey! Preacher! You’ve just left us the bone!
All in all you’re just another prick in the wall
All in all you're just another prick in the wall

You are our biggest frustration
A sad day for birth control
Full of sarcasm from dawn to noon
Preachers just left us the bone
Hey! Preacher! You’ve just left us the bone!
All in all you’re just another prick in the wall
All in all you're just another prick in the wall

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Correio Verde com fim anunciado

Com a actual campanha do Sporting, os CTTs estão a considerar seriamente acabar com o Correio Verde, pois temem que, também este, não chegue a lado nenhum.


sábado, 1 de dezembro de 2012

Está a rodar a sequela do filme 300

Tem sido mantido em segredo, mas o Bisonte Lilás, através de um rigoroso exclusivo, conseguiu chegar a Zack Snyder, realizador de 300 e da respectiva sequela, para tentar levantar um pouco do véu.

Segue então a entrevista com o mesmo.

- Boa tarde, Zack Snyder. Então conte-nos lá um pouco sobre o que podemos esperar da sequela do tão aclamado 300.
- Boa tarde, Lilas…
- É Lilás, não Lilas, ok? Eu também não lhe chamei Jack Siemens, pois não?
- Peço desculpa… Em relação à sequela, posso adiantar que é um pouco diferente do 300. Vai ser um filme obrigatoriamente low-budget, pois eu sou realizador de cinema, não realizador de milagres.
- Compreendo, a crise chega a todo o lado e a indústria cinematográfica não é excepção. E pode-nos adiantar algo sobre o argumento e enredo?
- Sim, posso. O filme 300 retratava uma batalha histórica entre 300 bravos soldados espartanos e um vastíssimo exército. Xerxes ficou mal na fotografia e, apesar do indubitável mérito de Leónidas, também ele queria mostrar a sua versão da história, até porque, quanto a ele, uma excepção não faz a regra e, no limite, pode até pôr em causa a força da imensidão de um exército. Acrescenta ainda que existem poderes instituídos que não dão a cara, ou o corpo ao manifesto e, sem precisarem de manchar as suas armaduras, têm poder para decidir o destino de milhões de pessoas.
- Bem, de facto, parece muito intenso… profundo. Eu fiquei curioso… E o filme já tem título?
- Sim, 17.
- 17 títulos? Mas isso não será de mais?
- Não, 17 é o título do filme.
- Ah, ok… e já agora, há já algum nome sonante no elenco que possa adiantar?
- Tal como lhe disse, este filme é um filme low-budget. Não há dinheiro para pagar salários astronómicos. Mais do que nunca, precisámos de ir à procura de quem fizesse mais, por menos. Após extensa pesquisa, deparámo-nos com o candidato ideal para actor principal que, praticamente sozinho, faz a história. Nunca vi ninguém com as características dele!
- Bem, parece ser um fenómeno!
- Oh se é, oh se é! Ele foi o rato que pariu a montanha, se é que me faço entender… tudo o que é pouco, na mão dele equivale a muito. Ah, e acho que vai gostar de saber que ele é como você…
- Lilás?
- Não, português…
- A sério?! E qual é o nome dele, pode adiantar-nos?
- Não sei o nome dele em português, mas no meio artístico responde por Michael Grasses.

------------------------------------- Fim da entrevista -----------------------------------------------------------


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

José Castelo Branco e o horóscopo chinês, um fenómeno da natureza!


De acordo com o horóscopo chinês, José Castelo Branco nasceu Boi. Os profissionais da área garantem que não é possível alterar o signo com que se nasce, mas inconformado e, ao seu jeito peculiar, José Castelo Branco diz que não descansará "jamé" até provar ao Mundo que hoje é... Cabra.

Eu estou esclarecido.



Queda do número de vôos obriga técnicos de sinalização de aterragem dos aeroportos a procurar trabalho noutras áreas

Com a crescente queda do número de vôos, quer a nível doméstico, quer a nível internacional, os técnicos de sinalização de aterragem viram-se obrigados a procurar mais trabalho noutras áreas. Como o dinheiro é curto, a sua procura incide em áreas onde não tenham de despender mais dinheiro em vestuário e/ou ferramentas de trabalho.
Podemos ver aqui dois dos part-times com mais saída: Ping-pong; Apanha da mosca.


terça-feira, 27 de novembro de 2012

A promiscuidade sexual de hoje… e as famílias de amanhã


Se tivesse escrito este texto há 20 anos atrás, talvez começasse por fazer uma ressalva, afirmando que o mesmo só deveria ser lido por maiores de 18. Porém, desde então, as coisas mudaram… e muito. E não só não vou pôr a bolinha vermelha no canto superior direito, como recomendo vivamente que o mesmo seja lido pelas diversas faixas etárias, até porque se os miúdos já se consideram graúdos para tanta coisa, não será, certamente, este texto que os chocará.


Num espaço de 50-60 anos, passámos do sexo só depois de casar, para o sexo na pré-adolescência. O sexo deixou então de ser tabu, para passar a ser tabuada… ele é 2 x 2 com o swing, ou 8 x 9 nas loucas orgias… vale tudo! Hummmm… mas vendo bem as coisas, se um livro de poesia erótica foi recomendado para o Plano Nacional de Leitura dos alunos do 2º ano, vai na volta aproveitaram para introduzir também a tabuada da ratinha no programa escolar do primeiro ciclo :)



Uma coisa é encarar o sexo com naturalidade, falar nele quando assim se exige, sem pudores ou falsos moralismos, outra é tratá-lo como se fosse uma mera interacção social, sem qualquer vínculo emocional.




Considerando que a evolução do Ser Humano está directamente relacionada com o passar dos anos, penso que, muitas vezes, devemos questionar o sentido da dita evolução. O que hoje definem, neste campo, como sendo “muito à frente”, para mim, é um gigante passo atrás. Mas, infelizmente, este parece ser ainda o método favorito de aprendizagem do Ser Humano, repetir determinados padrões errados até que a marca deixada pelos mesmos seja evidente de mais para se poder ignorar. Podemos bater, consecutivamente, com a cabeça num muro de betão, convictos de que não vai doer e que vamos conseguir derrubar o dito muro, mas, no final de contas, não só não vamos conseguir derrubar o muro, como provavelmente iremos abrir a cabeça no processo.



É lógico que a sociedade tem a sua quota-parte de responsabilidade, isso é indiscutível, mas não podemos deixar que ela arque, sozinha, com o ónus da culpa. É tão necessária uma reflexão individual, quanto é uma colectiva. Só porque está na moda roubar e mentir descaradamente sem sofrer consequências, não quer dizer que todos almejemos o cargo de primeiro-ministro. Muitas crianças que assistem ao seu pai a bater na sua mãe, quando adultas, repetem o padrão, pois, afinal de contas, aquele era o seu padrão de “normalidade”. No entanto e, felizmente, outras há que conseguem romper com o padrão e tratar as suas mulheres como estas devem ser tratadas. A sociedade e o meio envolvente condicionam, em parte, aquilo que nós somos, mas temos sempre uma palavra a dizer.



E, com isto em mente, não queria deixar de fazer algumas observações que considero pertinentes.



Existe hoje, na Mulher, que esteve - e que infelizmente ainda está nalgumas culturas - anos e anos oprimida (no campo sexual e não só), uma predisposição para copiar os piores e mais condenáveis comportamentos dos Homens. Lembrem-se que, do sexo só depois de casar, ao não se darem ao respeito, vai uma grande distância, mesmo. 



Espero que não entendam este comentário como machista, ou sexista, pois não tem nada a ver com isso… é sim, um comentário de uma pessoa genuinamente preocupada.



E não, não acho que seja fácil ser mulher nos dias que correm, tal como também não tenho qualquer dúvida de que são vocês o sexo forte. As exigências que a sociedade incute a uma mulher são mesmo muito duras, eu tenho consciência disso, tal como entendo que, a dada altura e, por conta disso mesmo, seja difícil vocês não se perderem no caminho. No entanto, tenho esperança que a vossa sensibilidade consiga ser sempre o vosso Norte.



De há muito tempo para cá, certos comportamentos e atitudes são desculpados aos homens, pela simples razão de serem homens. Mas, por tal facto, não queiram vocês, mulheres, copiar os ditos comportamentos e atitudes, só para entrar num braço de ferro do qual ninguém sai vencedor, ou para acalentarem a ilusão do sentimento de integração. Afinal de contas, duas mentiras não fazem uma verdade. E não os desculpem, não aparem golpes nenhuns, pois esse é o princípio do fim. Não aceitem esses comportamentos como normais.



Muitas vezes, atribui-se ao quotidiano e à monotonia (entre outros factores), a culpa de a performance sexual de um casal diminuir. Fala-se então em quebrar a rotina para apimentar as coisas no campo sexual.
Lá está, eu não sou terapeuta sexual, psicólogo, nem nada que o valha, no entanto, acho que a pimenta tem de ser intrínseca, isto é, ou bem que se gosta de pimenta na comida, ou não… não se pode pôr, hoje, pimenta numa determinada confecção e, amanhã, esquecermo-nos dela. Se nos esquecemos da pimenta na confecção, significa dizer que, na verdade, não gostamos dela, ou que, então, pura e simplesmente não damos para a culinária. Mas uma coisa é certa, pimenta é pimenta, não vale a pena depois tentar ir lá com açafrão, pois são condimentos diferentes e vai parecer forçado. Há-de chegar a idade em que pimenta ou açafrão sabem ao mesmo, mas aí já se perdeu o palato, de forma natural. Por outro lado, se não se gosta de pimenta, deve procurar-se um companheiro que também não goste de pimenta, a culinária agradece, todos ganham… fingir que se gosta de pimenta leva, invariavelmente, a indisposições/desilusões, manifestem-se estas a curto, ou longo prazo.



Bem, a esta hora já está tudo com fome, ou com água na boca… maldita pimenta!



Deixando as analogias de parte, vou dar-vos alguns exemplos concretos e a minha interpretação dos mesmos.



Há mulheres que vão aprender a dança do varão para agradar aos seus companheiros. Outras há que vão aprender porque gostam mesmo da dança do varão. Quanto às segundas, nada contra, já em relação às primeiras, gostaria que pensassem bem no que isso representa. Será que levar o varão para casa vai resolver o problema, ou será que vai ser apenas mais um fetiche realizado? Digo eu assim com os nervos que, caso os homens tivessem realmente interessados na componente artística da dança do varão, ter-se-iam inscrito no júri do “Pensas que sabes dançar?”. E será que, uma vez fixo o varão ao chão da casa, vamos conseguir fixar o homem em casa, acabando com o ímpeto de ir às casas de strip que o mesmo sente? São estas as questões que devem colocar a vocês próprias…



Quem fala na dança do varão, pode também falar em one night stands, swings, role play, etc…



Tal como o título do meu texto indica, onde eu pretendo chegar com tudo isto é, precisamente, à questão da promiscuidade sexual que vivemos hoje, e o efeito que esta terá nas famílias de amanhã.



Há cenários que podem alterar-se, consoante a pessoa esteja solteira, numa relação sem compromisso, ou num casamento… mas, para mim, mais importante do que isso, é que as pessoas se questionem dos efeitos da dita promiscuidade sexual em si, independentemente do estado civil.



Muitos(as) defendem que conseguem separar o sexo, do amor… que conseguem praticar o sexo pelo sexo, como se fosse uma acção desprovida de qualquer vínculo emocional. Ora, como, hoje, é só coisa de uma noite, eu chego aqui e desligo o botão das emoções, afinal de contas, não preciso de ter grande empatia com ele(a), pois amanhã já será coisa do passado. Passadas duas semanas… Eh pá, espera lá que agora é com o(a) namorado(a), é melhor ligar o botão das emoções. E parece que a coisa vai funcionando, a maior parte das vezes, até com direito a claque dos amigos(as) e palavras de ordem como: Até encontrares o(a) certo(a) vai comendo o(a) errado(a).



Passemos então ao role play, que é aconselhado para apimentar as coisas… para não deixar o casal cair na monotonia. Ora, hoje, é a enfermeira… amanhã, o estafeta. Daqui a um mês, vem a colegial e, daqui a dois, o professor maroto. E pronto, vão-se realizando as fantasias de cada um e as coisas vão-se aguentando, apimentadas, quando carecer condimento. Agora pergunto-vos, então o que excita, na verdade, é a fantasia, não a realidade, certo? Isto é, se as pessoas já não sentem desejo pelo companheiro e precisam de um incentivo que as faça passar por outra pessoa/personagem, no fundo, é como se quisessem estar com outra pessoa, certo? Porque se não fosse isso, o desejo existia com regularidade, não precisaria de ser despertado por um baile de máscaras com final feliz, certo? Já perceberam onde eu quero chegar? Até que ponto é que o desejo pelo(a) vosso(a) parceiro(a) ainda existe, na sua essência mais pura, sem precisar de qualquer tipo de auxiliar? Afinal de contas, parece que vocês desejam é realizar mais uma fantasia, sendo que o(a) vosso(a) parceiro(a), nesse caso específico, é apenas um meio para atingir esse fim. E desde quando é que um parceiro passou a ser considerado um meio, e não o fim? Aí reside a questão…



É lógico que muitos dirão que eu estou a exagerar, que não é bem assim. Mas continuem a brincar com o fogo e, acreditem, vão aperceber-se que a linha é mesmo muito ténue e, por muito que vendam a ideia que conseguem controlar as emoções, como se fosse algo mecânico, não conseguem. Podem levar anos a percebê-lo, mas acreditem que não conseguem. Comportamentos erróneos vão, na grande maioria dos casos, deixar marcas irreparáveis.
Vi dois filmes que mostram bem no que resultam os ditos “jogos no amor”. São bem diferentes, mas complementam-se, na minha opinião. São eles o Closer (Perto de mais) e o Chasing Amy (Perseguindo Amy).
Não nos podemos esquecer que, no final de contas, nós somos a soma das nossas experiências e, a não ser que inventem o Alzheimer selectivo, a factura será paga, certamente, ainda no decorrer das nossas vidas. Mas o que me preocupa mesmo é que o reflexo de tais comportamentos desviantes está já a ter repercussões nefastas nas crianças, pois as crianças vêem os seus pais como os seus pilares, onde a palavra dos mesmos é inquestionável, onde as suas acções serão exemplos a seguir cegamente. Os pré-adolescentes e adolescentes têm, hoje, comportamentos que eu nunca julguei possíveis, seja na sexualidade, seja noutros campos. É tudo efémero, instantâneo e descartável. Mas lá está, é mais fácil culpar a sociedade do que olhar para o nosso umbigo e atentar na educação que lhes damos, não é?
Que famílias iremos criar? Quão desequilibrados serão os filhos de amanhã? Onde é que isto vai parar?



Eu sei que o Shrek começou a misturar os contos infantis, mas esse fê-lo de uma maneira engraçada… no entanto, temo o pior para daqui a uns anos.



A Cinderela, depois da meia-noite, vira transsexual!



A Branca de Neve foi acudir-se junto dos 7 anões, mas estes já haviam sido despejados, pois estavam todos no desemprego e o banco arrestou-lhes a casa. A Rainha finalmente conseguiu ser a mais bonita de todas, tudo graças a 37 plásticas feitas no estrangeiro, 7 kg de silicone e 423 g de Botox. O Zangado melhorou o humor depois de experimentar uns cogumelos marados, ao passo que o Soneca não parava quieto depois de ter trincado a maçã com LSD.



Nem queiram saber como o Príncipe Encantado acordou a Bela Adormecida!



Já na história do Capuchinho Vermelho, a Avó come o Lobo Mau e a Capuchinho Vermelho enrola-se com o caçador… tudo com muitos morangos, açúcar e chantili à mistura.



O Aladino e o Génio da lâmpada mágica envolvem-se numa relação homossexual, onde a esfrega perdura por 1001 noites, alternadas entre o tapete voador e a pensão da coxa (low cost).



Prefiro não falar d’O Pequeno Polegar…



Ali Babá e os 40 ladrões envolvem-se no maior escândalo de promiscuidade de todos os tempos… a história desenrola-se, na íntegra, na Assembleia da República. Só foi preciso casting para o Ali Babá.


Agora, cada um que faça a sua reflexão e aja em consonância.


Beijinhos e abraços,
Citro aka Bisonte Lilás





sábado, 3 de novembro de 2012

O Último dos Maganos


Alentejo novamente em destaque


Depois de ter sido notícia por poder ser o local onde o Mundo começou, o Alentejo volta a ser destaque, desta feita, pelo pior dos motivos. Com a crise instaurada e sem perspectivas de empregabilidade na região, a despovoação atingiu um número recorde: 99,9%.
Para contar a história ficou apenas um magano, de seu nome Zé Pastori. Quando questionado sobre os motivos que o tinham levado a ficar, apesar de todos os seus conterrâneos já terem partido, Zé Pastori respondeu: Já nâ apanhê o autocarro, porra!